OPINIÃO »

Assueta Viluerunt
“As coisas costumeiras vão se tornando banais” – esta é a tradução do título acima que um estimado amigo, professor de latim e grego, se referia toda vez que a sociedade não mais se surpreendia com fatos deprimentes e chocantes que se infiltravam e se repetiam no cotidiano, onde a maioria das pessoas vão se tornando inertes, impotentes para reprimi-los, abrangendo, inclusive, as autoridades competentes responsáveis por ações que os inibam e os debelem.
Várias situações podem ser enumeradas, para uma reflexão sobre a força dessa assertiva. A dissolução dos costumes morais; as tele-novelas que confundem o amor com explosões do sexo em desalinho; o turismo sexual infantil; a proliferação do vício das drogas e os crimes delas decorrentes; a violência urbana e seus desdobramentos; o descaso com as vias públicas; a precariedade das escolas públicas…deixo para o leitor continuar a lista.
Entanto, a meu ver, não significa dizer que a afirmativa acima seja verdadeira, absoluta. A mãe natureza é sábia e está em contínuo processo evolutivo e nós, humanos, que dela fazemos parte, vamos a reboque, quer queiramos ou não. Se não nos corrigirmos nesta, conseguiremos em outras vidas. A alma não retroage nas suas aquisições, apesar do livre-arbítrio. E a mais vantajosa opção que dele resulta é a determinação de progredir na prática do bem, em qualquer oportunidade que se nos apresente. Nosso esforço individual é o que conta. Não esperemos pelos outros. Façamos a nossa parte, nos instruindo, nos evangelizando, dando o bom exemplo, principalmente os que têm filhos na infância. Eles estão atentos para todas as nossas ações e as assimilam e põem-nas em prática como sendo verdadeiras.
As atitudes do presente moldam o futuro e o empenho para que haja mudanças enriquecedoras está em nossa vontade. Hoje, com os meios eletrônicos avançados, há muitas informações para as quais podemos ter acesso e assimilá-las para nosso crescimento moral e intelectual. Um não pode se dissociar do outro, sem o que ficaremos incompletos.
Roberto Sampaio
Articulista
No dia: 23/07/10

(Dr. Jorge Bucay – PSICÓLOGO – tradução do original ‘Hay que buscarse un Amante’)
Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um.
Há também as que não têm, e as que tinham e perderam.
Geralmente, são essas últimas as que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: ‘Depressão’, além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.
Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.
Há as que pensam: ‘Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!’
Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
AMANTE é ‘aquilo que nos apaixona’, é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.
O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho (remunerado ou voluntário), na natureza, na fotografia, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto…
Enfim, é ‘alguém’ ou ‘algo’ que nos faz ‘namorar’ a vida e nos afasta do triste destino de ‘ir levando’.
E o que é ‘ir levando’?
Ir levando é ter medo de viver.
É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã*.
Por favor, não se contente com ‘ir levando’; procure um amante, seja também um amante e um protagonista … DA SUA VIDA!
Acredite: O trágico não é morrer, afinal, a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é desistir de viver.
Por isso, e sem mais delongas, procure um amante …
A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo Transcendental:
‘PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA.’
No dia: 17/06/10

Vejam que bela redação, pelo conteúdo penetrante, pela forma de abordagem incisiva e pelo vigor e responsabilidade política do texto. Costumo dizer que o Brasil foi “montado” para servir a poucos. O enfrentamento político para mudar esse quadro não será fácil, mas tanto mais possível será, quanto maior for a nossa consciência popular sobre as razões que fundamentam a realidade que aí está.
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES
Tema:’Como vencer a pobreza e a desigualdade’
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ
‘PÁTRIA MADRASTA VIL’
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez… Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre o tema ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’ A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.
No dia: 13/06/10
Aproveitando o “clima” frio desta copa, publico algo que poderá “esquentar” a próxima.












Está pensando o quê? Somos, agora, internacionais!
No dia: 11/06/10

O Brasileiro é assim:
1. – Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. – Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. – Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. – Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.
5. – Fala no celular enquanto dirige.
6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7. – Para em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8. – Viola a lei do silêncio.
9. – Dirige após consumir bebida alcoólica.
10. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11. – Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12. – Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13. – Faz “ gato ” de luz, de água e de tv a cabo.
14. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15. – Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16. – Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17. – Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.
18. – Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19. – Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20. – Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21. – Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
22. – Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23. – Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24. – Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26. – Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis…. Como se isso não fosse roubo.
27. – Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28. – Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
29. – Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
30. – Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve…
31. – Fura a fila do ônibus para ir sentado.
E quer que os políticos sejam honestos…
Escandaliza-se com a farra das passagens aéreas…
Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!
“Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos…”
No dia: 02/05/10

… ou: “A grande lição.”
A maior lavandaria de dinheiro do mundo ameaça falir e poderá arrastar consigo, um país inteiro !!!
União de Bancos Suiços, a coisa está muito feia! Está pegando fogo!
Agoniza o segredo bancário suíço.
Artigo de Gilles Lapouge – Paris.
A Suíça tremula. Zurique alarma-se. Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo. Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
A UBS – União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça – viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para fraudar o fisco. O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos. Os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada, tranquilamente.
Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado. Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou. A Suíça está temerosa. O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir!
A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente.
Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714. No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe econômica.
Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 bilhões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira. O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três trilhões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os ativos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros “offshore” do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um caráter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento…
Onde páram as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi? Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Mafia Russa?
Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municipios têm chorudas contas na Suiça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porque após a morte de Mobutu, os seus filhos nuncam conseguiram entrar na Suíca?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo…
A agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
Na minicúpula europeia que se realizou em Berlim, em preparação ao encontro do G-20 em Londres, França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
“Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional”, vociferou a chanceler Angela Merkel.
No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico, Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias. Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade econômica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!
Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido. Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.
Sob que pretexto? Fraude fiscal.
Para muito breve, a queda do império financeiro suiço!
“Nada, nenhuma folha cai na floresta sem o conhecimento do “Pai”.”
“Será pago até o último ceitil”.
Vemos os males proliferarem à nossa volta, não incolumimente, mas para servir-nos de exemplo de como não os imitar. É-nos exemplos vivos do “colher do que se planta.
Nada novo no front.
Paulo
No dia: 16/04/10

Nas bancas, a revista SUPERINTERESSANTE com a reportagem de capa:
Superinteressante ed. 277
abril/2010
Chico Xavier -
Uma investigação
Quem foi o homem que fez milhões de brasileiros acreditar em espíritos?
O grifo é nosso… Tendenciosa a manchete? Imagine o conteúdo…
Mas não percamos tempo em ler a matéria. Melhor que isto é a carta que Richard Simonetti encaminhou à redação, de cujo teor se deduz o material tendencioso e chulo da revista da Abril Cultural.
Para quem não sabe, Richard Simonetti é autor de mais de 40 livros espíritas de elevada qualidade, coerência doutrinária e confiabilidade.
Se você tem amigos espíritas, ou que se interessam pelo assunto, não lhes prive desta informação e lhes encaminhe este email.
Senhor Sérgio Gwercman
Diretor de redação da revista Super Interessante
Sou assinante dessa revista há muitos anos. Sempre a encarei como publicação séria, fonte de informações a oferecer subsídios para meu trabalho como escritor espírita, autor de 49 livros publicados.
Essa concepção caiu por terra ao ler, na edição de abril, infeliz reportagem sobre Francisco Cândido Xavier, pretensiosa e tendenciosa, objetivando, nas entrelinhas, denegrir e desvalorizar o trabalho do grande médium.
Isso pode ser constatado já na seção “Escuta”, com sua assinatura, em que V.S. pretende distinguir respeito de reverência, como se reverência não fosse o respeito profundo por alguém, em face de seus méritos.
Podemos e devemos reverenciar Chico Xavier, não por adesão de uma fé cega, mas pela constatação racional, lúcida, lógica, de que estamos diante de uma personalidade ímpar, que fez mais pelo bem da Humanidade do que mil edições de Superinteressante, uma revista situada como defensora do bom jornalismo, mas que fez aqui o que de pior existe na mídia – a apreciação superficial e tendenciosa a respeito de alguém ou de uma notícia, com todo respeito, como pretende seu editorial, como se fosse possível conciliar o certo com o errado, o boato com a realidade, o achincalhe com o respeito.
Para reflexão da repórter Gisela Blanco e redatores dessa revista que em momento algum aprofundaram o assunto e nem mesmo se deram ao trabalho de ler os principais livros psicografados pelo médium, sempre com abordagem superficial, pretendendo “explicar” o fenômeno Chico Xavier, aqui vão alguns aspectos para sua reflexão e – quem sabe? – um cuidado maior em futuras reportagens.
De onde a repórter tirou essa bobagem de que “toda essa história começou com as cartas dos mortos?”
Se as eliminarmos em nada se perderá a grandeza de Chico Xavier. A história começa bem antes disso, com a publicação, em 1932, do livro Parnaso de Além-Túmulo, quando o médium tinha apenas 22 anos.
A reportagem diz: “Ele dizia que não escolhia os espíritos a quem atenderia, só via fantasmas e ouvia vozes. Mas parecia ser o escolhido por celebridades do céu. Cruz e Souza, Olavo Bilac, Augusto dos Anjos e Castro Alves lhe ditaram versos e prosa.”
Afirmativa maliciosa, sugerindo o pastiche, a técnica de copiar estilo literário. O repórter não se deu ao trabalho de observar que no próprio Parnaso há, nas edições atuais, 58 poetas desencarnados, menos conhecidos e até desconhecidos, como José Duro, Alfredo Nora, Alma Eros, Amadeu, B.Lopes, Batista Cepelos, Luiz Pistarini, Valado Rosa… Poetas do Brasil e de Portugal que se identificam pelo seu estilo, em poesias personalíssimas enriquecidas por valores de espiritualidade.
Não sabe ou preferiu omitir a repórter que Chico psicografou poesias de centenas de poetas desencarnados, ao longo de seus 75 anos de apostolado, na maior parte poetas provincianos, conhecidos apenas nas cidades onde residiam no interior do Brasil. Pesquisadores constatam que esses poemas não são “razoavelmente fiéis ao estilo dos autores”. São totalmente fiéis.
Não tem a mínima noção de que a técnica do pastiche, a imitação de estilo literário, é extremamente difícil, quase impossível. Pastichadores conseguem imitar uma página, uma poesia de alguém, jamais toda uma obra ou as obras de centenas de autores.
Afirma que Chico foi autodidata e leitor voraz durante toda a vida, sempre insinuando o pastiche. Leitor voraz? Passava os dias lendo? Só quem não conhece sua biografia pode falar uma bobagem dessa natureza, já que Chico passava a maior parte de seu tempo atendendo pessoas, psicografando, participando de reuniões e atendendo à atividade profissional. Não conheço um único documentário, uma única foto mostrando Chico lendo “vorazmente”. Ah! Sim! Para a repórter Chico certamente escondia isso.
Fala também que Chico teria 500 livros em sua biblioteca e que “a lista inclui volumes de autores cujo espírito o teria procurado para escrever suas obras póstumas, como Castro Alves e Humberto de Campos”.
E as centenas de poetas e escritores que se manifestaram por seu intermédio. Chico tinha livros deles? E de poetas que sequer publicaram livros?
Quanto a Humberto de Campos, cuja família tentou receber na justiça os direitos autorais pelas obras psicografadas por Chico, o que seria ótimo acontecer, o reconhecimento oficial da manifestação dos Espíritos, esqueceu-se a repórter de informar que Agripino Grieco, o mais famoso crítico literário de seu tempo, recebeu uma mensagem do escritor, de quem era amigo. Reconheceu que o estilo era autenticamente de Humberto de Campos, mas que o fato para ele não tinha explicação, já que, como católico praticante, não admitia a possibilidade de manifestação dos espíritos.
Esqueceu ou ignora que Chico, médium psicógrafo mecânico, recebia duas mensagens simultaneamente, com ambas as mãos sendo usadas por dois espíritos. Desafio Superinteressante a encontrar um prestidigitador capaz de fazer algo semelhante.
Uma pérola de ignorância jornalística está na referência sobre materialização de Espíritos: “seria necessário produzir um total de energia duas vezes maior do que é hoje produzido pela hidroelétrica de Itaipu por ano, segundo os cálculos feitos por especialistas exibidos por reportagens sobre Chico nos anos 70.” Seria superinteressante a repórter ler sobre as pesquisas de Alfred Russel Wallace, Oliver Joseph Lodge, Lord Rayleigh, William James, William Crookes, Ernesto Bozzano, Cesare Lombroso, Alexej Akzacof e muitos outros cientistas respeitáveis que estudaram o fenômeno da materialização e o admitiram. Leia, também, sobre quem eram esses cientistas, para constatar que não agiam levianamente como está na revista.
A repórter reporta-se às reuniões mediúnicas das quais Chico participava como shows que o tornaram famoso e destila seu veneno. Cita o sobrinho de Chico que, dizendo-se médium, confessou que era tudo de sua cabeça, o mesmo acontecendo com o tio. Por que passar essa informação falsa, se o próprio sobrinho de Chico, notoriamente perturbado e alcoólatra, pediu desculpas pela sua mentira? Joga penas ao vento e espera que o leitor as recolha? Omitiu também a informação de que ele confessou que pessoas interessadas em denegrir o médium pagaram-lhe pela acusação.
Eram frequentes nas reuniões a ocorrência de fenômenos como a aspersão de perfumes no ambiente, algo que, deveria saber a repórter, costuma ocorrer com os médiuns de efeitos físicos. No entanto, recusando-se a colher informações mais detalhadas sobre o assunto, limitou-se a dizer que em 1971 um repórter da revista Realidade, José Hamilton Ribeiro, denunciou que viu um dos assessores de Chico Xavier levantar o paletó discretamente e borrifar perfume no ar. Sugere que havia mistificação, aliás, uma tônica na reportagem. Por que não foram consultadas outras pessoas, inclusive centenas que tiveram seus lenços inexplicavelmente encharcados de perfume ou a água que levavam para magnetizar, a exalar também um olor suave e desconhecido que perdurava por muitos dias?
Na questão das cartas, milhares e milhares de cartas de Espíritos que se comunicavam com os familiares, sugere a repórter que assessores de Chico conversavam com as pessoas, anotando informações para dar-lhes autenticidade. Lamentável mentira. E ainda que isso acontecesse, Chico precisaria ser um prodígio para ler rapidamente as informações e inseri-las no contexto de cada mensagem, de cada espírito, mistificando sempre.
E as mensagens dirigidas a pessoas ausentes? E os recados aos presentes? Não eram só mensagens. Eram incontáveis recados. A pessoa aproximava-se de Chico e ele, sem conhecer nada de sua vida, transmitia recados de familiares desencarnados, na condição de um ser interexistente, que vivia simultaneamente a vida física e a espiritual, em contato permanente com os Espíritos.
Lembro o caso de um homem inconformado com a morte de um filho. Ia toda noite deitar-se na sepultura do rapaz, querendo “ficar com ele”. Não contava a ninguém, nem mesmo aos familiares. Em Uberaba recebeu mensagem do filho pedindo-lhe que não fizesse isso, porquanto ele não estava lá.
Durante muitos anos Chico psicografou receituário mediúnico de homeopatia. Perto de 700 receitas numa noite. Ficava horas psicografando. E os medicamentos correspondiam à natureza do mal dos pacientes, sem que o médium deles tivesse o mínimo conhecimento. Na década de 70 tive uma uveíte no olho esquerdo. Compareci à reunião de receituário. Escrevi meu nome e idade numa folha de papel. Não conversei com ninguém. Após a reunião recebi a indicação de dois medicamentos. Tornando a Bauru, onde resido, verifiquei num livro de homeopatia que o dois medicamentos diziam respeito ao meu mal. Curaram-me.
Concebesse a repórter que, como dizia Shakespeare, há mais coisas entre a Terra e o Céu do que concebe nossa vã sabedoria, e não se atreveria a escrever sobre assuntos que desconhece, com o atrevimento da ignorância.
Outras “pérolas” da reportagem:
Oferece “explicações” lamentáveis para o fenômeno Chico Xavier.
Psicose, confundindo mediunidade com anormalidade.
Epilepsia, descarga elétrica que “poderia causar alheamento, sensação de ausência, automatismo psicomotor”, segundo a opinião de um médico. Descreve algo inerente ao processo mediúnico, que não tem nada a ver com desajuste mental, ou imagina-se que o contato com o Espírito comunicante não imponha uma alteração nos circuitos cerebrais, até para que ocorra a manifestação? E porventura o médico consultado sabe de algum paciente que produza textos mediúnicos durante a crise epilética?
Criptomnésia, memórias falsas, lembranças escondidas no subconsciente do médium, ao ouvir informações sobre o morto. Inconscientemente ele “arranjaria” essas informações para forjar a “manifestação”.
Telepatia. Aqui o médium captaria informações da cabeça dos consulentes e as fantasiaria como manifestação do morto. Como dizia Carlos Imbassahy, grande escritor espírita, inconsciente velhaco, porquanto sempre sugere que é um morto quem se manifesta, não ele próprio.
Informa a repórter que “acuado pelas críticas na Pedro Leopoldo de 15 mil habitantes, Chico resolveu fazer as malas e partir para Uberaba, um polo do Espiritismo onde contaria com um apoio de amigos”.
Mentira. Ele deixou Pedro Leopoldo, onde tinha muitos amigos, não por estar “acuado”, mas simplesmente seguindo uma orientação do Mundo Espiritual, em face de tarefas que desenvolveria em Uberaba que, então sim, com sua presença transformou-se em “polo do Espiritismo”.
Na famoso pinga-fogo a que Chico compareceu, em 1971, na TV Tupi, um marco na história das entrevistas televisivas, com uma quase totalidade de audiência, diz a repórter que Chico foi “bombardeado por perguntas. Mas se safou.” Bombardeado? Safou-se? O que foi essa entrevista, um libelo acusatório contra um mistificador? Se a repórter se desse ao trabalho de ver a entrevista toda, o que lhe faria muito bem, verificaria que o clima foi de cordialidade, de elevada espiritualidade, e que em nenhum momento os entrevistadores “bombardearam” Chico. E em nenhum momento ele deixou de responder as perguntas com a sobriedade e lisura de quem não está ali para safar-se, mas para ensinar algo de Espiritismo.
Falando da indústria (?) Chico Xavier, há um box sobre “Dieta do Chico Xavier”, que jamais seria veiculada por Chico. Usaram seu nome. Por que incluí-la nas inverdades sobre o médium, simplesmente para denegrir sua imagem, aqui sugerindo que seria ingênuo a ponto de conceber semelhante bobagem? Se eu divulgar via internet que Superinteressante recomenda o uso de cocô de galinha para deter a queda de cabelos, seria razoável que alguma revista concorrente citasse essa tolice, mencionando a suposta autoria, sem verificação prévia?
Falando dos 200 livros biográficos sobre Chico Xavier, a repórter escreve: “Tem até um de piadas, Rindo e Refletindo com Chico Xavier”. Certamente não leu o livro, porquanto não conhece nem o autor, eu mesmo, Richard Simonetti, nem sabe que não se trata de um livro de piadas, mas um livro de reflexão em torno de ensinamentos bem-humorados do médium.
Não fosse algo tão lamentável, tão séria essa agressão contra a figura respeitável e venerável de Chico Xavier, eu diria que essa reportagem, ela sim, senhor redator, foi uma piada de péssimo gosto!
Doravante porei “de molho” as informações dessa revista, sem o crédito que lhe concedia.
A repórter Gisela Branco esteve em Pedro Leopoldo e Uberaba com o propósito de situar Chico Xavier como figura mitológica. É uma pena! Não teve a sensibilidade nem o discernimento para descobrir o médium Chico Xavier, cuja contribuição em favor do progresso e bem estar dos homens foi tão marcante que, a exemplo do que disse Einstein sobre Mahatma Gandhi, “as gerações futuras terão dificuldade para conceber que um homem assim, em carne e osso, transitou pela Terra.”
E deveria saber que não vemos Chico Xavier como um mártir, conforme sugere. Não morreu pelo Espiritismo. Viveu como espírita. E se algo se aproxima de um martírio em seu apostolado, certamente foi o de suportar tolices e aleivosidades como aquelas presentes na citada reportagem.
Finalizando, um ditado Zen para reflexão dos redatores da Super:
O dedo aponta a lua.
O sábio olha a lua.
O tolo olha o dedo.
Richard Simonetti
Bauru, 3 de abril de 2010.
No dia: 07/04/10

A Evolução da Educação.
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia…
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas
Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes
de iniciar as aulas..
Leiam relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$
20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais
moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina
registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se
convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos
enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem
entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi
assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual
a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$
80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de
produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$
80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$
80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro
descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não
precisa responder)
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
Infelizmente não posso creditar o trabalho acima por dois motivos:
1º – Não conheço o autor.
2º- Não possuo bens o bastante para pagar ao autor ao autor.
Paulo
*
No dia: 05/04/10

“Sábado Santo” de todas as “Santas Semanas” a mesma imagem noticiada nos jornais: Malhação do Judas.
E vemos crianças e adultos envoltos no gesto de vingar a morte de “Jesus”. Logo Jesus que ensinou a perdoar e amar os inimigos.
Interessante é que tornou-se “cultura” popular re-matar o traidor bíblico. E nossa sociedade hipócrita vê e aceita sem remorsos o imbróglio assustador. Depois…
Ah! Tem o depois!
E depois culpamos a polícia que não impede assassinatos nas esquinas. Tripudiamos a marginalidade que atira e mata por dois reais, senão por mentos até. Gangues se juntando a pichar e queimar mendigos nos bancos das praças. Assistimos a linchamentos, vemos crianças sendo mortas por pais. Mortes, não de bonecos com as caras dos Nardones, mas com caras de gente comum por ter cometido crimes comuns pois comuns foram as lições aprendidas na aceitação de cultura sangrenta da malhação do Judas.
No final da Santa Semana é o Judas o perseguido. Nos festejos do São João são as “Farras do Boi”
Estou desacreditando no Brasil ser um país pacífico. Com tanto sangue escorrendo das páginas culturais…
Que fique para nossos botões a pergunta: como “curtimos” a notícia da malhação da última semana santa?
Paulo
***
No dia: 03/04/10

Qualquer pessoa bem informada conhece uma coisa chamada avanço tecnológico. Sabe, também, que desde os primórdios o homem procurou desenvolver inventos que facilitassem o seu trabalho que, inicialmente era todo feito com o uso das mãos auxiliado por instrumentos feitos com pedras.
Depois que inventaram instrumentos feitos com ferro, a mão de obra ficou mais simples e coisas que, antes, demoravam longo tempo, passaram a ser feitas em menos tempo. Depois que inventaram o automóvel, já não foi mais necessário o uso de animais puxando charretes. Não poderia haver retrocesso.
Observemos realidades mais próximas:
Não faz muito tempo, havia necessidade de mão-de-obra para cortar lenha, transportar lenha e vender lenha. Com o advento do fogão a gás, essa mão-de-obra deixou de existir.
Existia o alfaiate. Com o advento das máquinas automáticas que recortam e costuram milhares de roupas, em série, em alta velocidade, acabou esta profissão. As pessoas encontram roupas prontas, nas suas exatas medidas, em lojas, à vontade.
Os bancos necessitavam de muitos funcionários para as suas operações. Com o advento dos terminais eletrônicos, uma agência bancária funciona com apenas duas ou três pessoas no
caixa e mais umas quatro ou cinco na retaguarda. O banco funciona 24 horas sem precisar de funcionário nenhum.
Hoje compramos e pagamos uma passagem aérea, pela internet, sem necessidade de usar nenhuma mão-de-obra humana. Já chegamos ao aeroporto e vamos direto para o “check in”.
Quanta e quanta mão-de-obra humana deixou de existir, por conta da internet, da máquina de lavar e de secar roupas, máquina de lavar louças, máquina de passar, máquina de fazer pão em casa, vaporeto, facas elétricas… etc. etc. etc.
Quem não se lembra de algo que, muito recentemente, existia em tudo quanto é canto, que era a loja onde a gente levava os nossos filmes para revelar as fotografias? Outra mão-de-obra que “já
era”, porque ninguém revela mais filme hoje, com o advento das câmeras digitais. A gente só imprime a foto se quiser, mesmo assim em nossa casa, nas impressoras ligadas ao nosso computador, bastando ter o papel apropriado.
Os exemplos são inúmeros e não é necessário eu relacioná-los, porque qualquer leitor sabe identificá-los, facilmente, e não é preciso concordar ou deixar de concordar comigo, para perceber a razão do que eu escrevo.
Queiram ou não os demagogos, a mão-de-obra humana vem sendo substituída pela máquina e pela tecnologia, cada vez mais, e é impressionante o que aparece a todo momento, nas feiras UDs, no mundo todo.
Nem guarda de trânsito é mais preciso para multar, porque a tecnologia das câmeras está aí para alimentar a indústria das multas, a mais vergonhosa prática de extorsão governamental que já se viu.
Mas… E daí?
E daí nós nos vemos diante de políticos, movidos pelas demagogias explícitas e descaradas, vir aos palanques para prometerem milagres, no campo do emprego, iludindo a população com conversas fiadas, em cima de alguma coisa que não mais é possível ter retrocesso.
Como podem subestimar tanto a inteligência da população, embora a grande maioria do universo populacional é constituída por pessoas de inteligência atrofiada, sem capacidade de observar e discernir, a ponto de enxergar uma realidade desta?
Esta coisa chamada “povo”, no Brasil, que é vista somente como eleitor, não faz o menor esforço em sair da burrice e, por conta disto, os canalhas deitam e rolam, fazem o que querem, e se perpetuam no poder.
O desemprego em massa é uma realidade proporcionada pela tecnologia, mas agravada pela demagogia, em nosso País.
A estupidez e a palhaçada dos sindicatos e das leis trabalhistas
Nenhuma criatura humana, imbuída de princípios morais elevados e possuidora de princípios elementares de justiça, pode ser contra as iniciativas que coíbam a exploração do trabalhador, o trabalho excessivo e sem descanso, nem qualquer tipo de trabalho escravo.
Qualquer sistema de governo digno, e justo, estabelece leis e estrutura de vigilância que age rigorosamente em cima de todo e qualquer empresário que, de fato, explora o cidadão comum ou expõe a condições sub-humanas e desgastante, do ponto de vista físico e moral, o verdadeiro trabalhador.
Mas, também, governo nenhum, de país sério, estabelece esquemas para proteger vagabundos e ladrões, qualificando-os como “trabalhadores brasileiros”, estimulando-os a continuar na vagabundagem e na prática da desonestidade, blindados por legislação demagoga e politiqueira.
Qualquer pessoa sensata sabe, sim, que ainda existem empresários que são seres humanos de nível espiritual atrasado, que ainda se comportam como senhores de engenho, movidos pelo orgulho e a prepotência, se achando no direito de humilhar os seus empregados, de explorá-los, e só não levam alguns para serem chicoteados porque sabem das conseqüências que terão no país de hoje.
Mas daí a considerar que todos os empresários são assim, que estão nesse nível espiritual, que exploram empregados e que os tratam como nos regimes de escravidão, há uma diferença muito grande.
Esta é a realidade do Brasil, onde sindicato passou a ser uma indústria para muito líder vagabundo ganhar muito dinheiro, sem o menor compromisso com a verdadeira JUSTIÇA.
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O Brasil é um país que protege ladrões e vagabundos, sob o rótulo generalizado de “trabalhadores”,
mas não tem qualquer incentivo para o verdadeiro trabalhador, aquele que é honesto, digno, decente e produtivo.
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Somos um país onde, para a legislação trabalhista e para os sindicatos, todos os empresários são considerados bandidos, exploradores e verdadeiros inimigos daqueles que eles chamam de “trabalhador brasileiro”.
Não há discernimento e o mínimo de inteligência para discernir o que é joio e o que é trigo.
Sistema trabalhista digno, honesto e inteligente estabelece-se em padrões que estimulam, protegem, defendem e estimulam o trabalhador honesto, competente, digno, produtivo e eficiente, para que esse tipo de comportamento seja imitado por todo mundo, ao mesmo tempo adotando posturas enérgicas, duras e punitivas ao trabalhador ladrão, safado, enganador, preguiçoso e desonesto, para que este modelo de comportamento não seja mais repetido por ninguém.
No Brasil não é assim.
A nossa lei trabalhista e a onda sindical estabelece, na prática, que funcionário de empresa nenhuma precisa ter compromisso com dignidade, honestidade, caráter, vergonha na cara, decência e postura íntegra, porque estará sempre protegido por um sindicato qualquer, já que a sua condição de eleitor é o que é relevante, deve ser tratada com muito cuidado e muito carinho.
Qualquer bandido pode faltar ao trabalho e apresentar atestado médico fajuta, que os seus “direitos” estarão garantidos, pela proteção do sindicato e da ultrapassada e inconseqüente CLT.
Se quiser roubar uma empresa, pode roubar a vontade, sem preocupações, na certeza de que terá sempre um advogado para dizer, na “justiça” do trabalho, que o patrão está mentindo, quanto a alegação de roubo, e que o pobre coitado do trabalhador indefeso está sendo vítima de perseguição.
O empresário tem que provar tudo, o empregado, mesmo sendo ladrão, não precisa provar nada.
Ande de taxi, em São Paulo, por exemplo, e experimente pedir o recibo ao motorista. Você sempre vai ouvir: “Quer o recibo no valor real, ou quer a mais?”.
Caracteriza-se aí o número incontrolável de roubos, que as empresas não têm como coibir e que o sistema sindical finge que não sabe.
O mesmo ocorre com recibos de restaurantes ou qualquer outro, neste que é o país do superfaturamento, sempre praticado para roubar alguém e muita gente finge que não vê.
Vivemos numa cultura tão absurda, em relação a isto, que se depender dos sindicatos,

o brasileiro não precisará ir trabalhar, mas a empresa deve ter a obrigação de pagar o seu salário. Se a visão sindical pudesse, empreenderia uma luta para diminuir cada vez mais a carga horária de trabalho na semana, e não duvidem se aparecerem projetos desses supostos defensores do “povo brasileiro” para acabar com o trabalho na sexta-feira; alguns anos depois, acabarão com o trabalho na quinta, na quarta e chegará um tempo que, talvez, admitirão trabalho em apenas um dia na semana. E que se danem as empresas.
Com o andar da dessa onda, a qualquer momento aparecerá algum para propor, no congresso, que o “trabalhador” tenha férias no mês do seu aniversário; depois virá outro para instituir o 14º salário, em julho, depois outro para argumentar que o “trabalhador”, marido da mulher que acabou de ter neném, também deva ficar em casa, 6 meses, sem trabalhar, porque ele também acorda de madrugada com o choro do bebê. E a empresa que se lasque.
A chamada “justiça do trabalho” é uma instituição constituída por magistrados bem intencionados, porém legislando em cima de um código estúpido, ultrapassado, desatualizado e extremamente pautado na demagogia e até na proteção a bandidos.
É, por conta disto, uma das maiores responsáveis pelo elevado índice de desemprego no país, embora muitos fingem que não vêem.
A burrice da coisa trabalhista no Brasil chega a uma estupidez tão grande, a ponto de contrariar a lógica da Física e da Matemática.
Qualquer ser racional sabe, por exemplo, que só se pode retirar água de uma torneira, se entrar água na caixa d’água, que a alimenta, não é verdade? Isto é óbvio e indiscutível.
Alguém consegue realizar o milagre de obter essa água, sem a alimentação da caixa?
No sistema trabalhista brasileiro esta racionalidade não existe. A figura do empresário tem que fazer milagre, de qualquer maneira, para pagar, tenha ou não tenha dinheiro, ele que se dane.
Se uma pequena empresa é assaltada, por exemplo, sendo roubado todo o seu dinheiro, o sistema trabalhista diz a ela: “Quero que você se lasque, dê seu jeito para arrumar dinheiro para pagar o seu funcionário, sob pena de acabarmos com a sua vida”.
Não importa se ela é vítima de enchente, desabamento, incêndio, queda nas vendas, vítima de concorrência desleal e até roubos praticados pelos seus próprios funcionários. Dane-se! Não importa se tem água na caixa d’água, porque na torneira tem que sair, de qualquer jeito.
A coisa chega ao extremo da estupidez.
Veja como a coisa se processa na “justiça” do trabalho:
Se um “trabalhador” brasileiro entra com uma ação contra alguma empresa, dizendo e alegando o que quer e bem entende, esse pode se dar ao luxo de faltar a audiência, sem problema nenhum. Basta entrar novamente, sem maiores preocupações. Mas se o empresário faltar, ou chegar, um minuto sequer, atrasado, mesmo por força maior, é condenado à revelia, sem poder, NUNCA MAIS, recorrer, sem qualquer direito de defesa, porque não pode mais falar nada.
Se um “trabalhador” (mesmo sendo ladrão) perder uma ação, o que é raro, ele poderá recorrer, tranquilamente, sem precisar gastar nada, mas se o empresário perder, para recorrer ele tem que pagar caro, tenha ou não tenha dinheiro, mesmo que tenha sido roubado e perdido tudo.
Na visão sindical e da legislação trabalhista, qualquer cidadão brasileiro que tiver um CNPJ, necessariamente é rico, está muito bem de vida, tem muito dinheiro investido em banco, é possuidor de grande patrimônio, vive em mansão e nunca está sujeito a problema nenhum.
Na verdade, dar emprego a alguém no Brasil, hoje, é uma bomba de efeito retardado.
Qualquer assassino, traficante ou praticante de crime hediondo tem todos os direitos de defesa, no Brasil e, caso seja preso, pode até, ao cumprir 1/6 da pena, ser libertado. Veja os esforços dos advogados da Suzane Von Richtoffen para colocá-la em liberdade (não duvidem se ela for solta, os assassinos da filha da Glória Perez foram), vejam o Pimenta Neves, assassino confesso da Sandra Gomide, livre e solto; até os assassinos Nardonis, que foram julgados recentemente, tiveram direito de defesa… mas, para empresário, no Brasil, não tem defesa nenhuma, ele é perseguido eternamente, tudo o que tem será subtraído e que se dane ele e sua família, que também são brasileiros.
Há um caso, em Salvador, de que um funcionário, ladrão, desapareceu com o dinheiro da empresa e, na cara de pau, ainda teve a audácia de entrar na “justiça” do trabalho, querendo extorquir mais da empresa. Perdeu a ação, na primeira instância, porque foi juntado, inclusive boletim de ocorrência, da queixa à polícia, e o juiz (às vezes há bom senso) achou por bem dar razão à empresa. A sua advogada, apelou para o paternalismo ao ladrão brasileiro, disse que o ladrão era vítima de perseguição, que não roubou nada e pronto. De nada adiantou o documento formulado junto à polícia. A empresa foi condenada a pagar indenização, sem direito a falar mais nada, nunca mais.
Quem é que vai querer dar emprego, neste país, diante de tamanha realidade?
Você já percebeu a quantidade de partidos que utiliza-se, nas suas denominações, as palavras “trabalhista”, “trabalhador” e “trabalho”? Existe melhor estratégia para correr atrás do voto?
Infelizmente, vivemos num mar de demagogia e hipocrisia, onde a estratégia de ser “bonzinho” para as maiorias é algo que não se pode abrir mão, uma vez que quem elege é maioria, sempre. Que se dane a honestidade, o bom senso, a Justiça, a dignidade e a coerência, o que querem e o brasileiro, enquanto eleitor mal informado.
Carinhosamente.
Alamar Régis Carvalho
No dia: 28/03/10

O conceito para quem escreve artigos em sites e blogs é o de procurar inserir opiniões sempre atuais sobres assuntos que nos cercam no dia a dia: facilita ser encontrado nas buscas na net.
Não sigo à risca este conselho. Não posso esquecer o meu lado mineiro na prudência e reflexão mais madura. Não tenho me dado mal, afirmo.
Não foi diferente sobre o que escrevo hoje.
Dias atrás, não muitos, foi aprovada a PAC das polícias. Versa sobre o pagamento de melhores salários aos executores de arriscadas funções. Até aí, vivas! Aliás, nem precisava de um Plano especial para que fossem reconhecidas estas carências e defasagens para a categoria em apreço.
Não compreendi, e continuo não compreendendo, como pode ainda ser tacanha a visão de nossos governantes, e governados, em engolirem a razão apresentada para que tal PAC fosse aprovada. Soou aos quatro ventos que o soldado da PM ou o policial civil precisava ganhar mais para não ser tentado a receber propinas.
Mama mia. Mais uma vez se pensa pequeno neste país. Quer dizer então que um certo Governador pegava propina porque ganhava pouco, o “tadinho”. Quer dizer que as múltiplas maracutaias políticas aconteceram porque nossos mandatários de todos os poderes recebiam pouquinho no contra-cheques… daí as propinas e os desmandos cuecais e meiais às turras.
Ora, que se elabore então PAC’s e mais PAC’s para dar aumento a tantos pobrezinhos.
O pior, e aqui ressalto, em nenhum dos debates efetuados pelos repórteres políticos das Tv’s se mancaram a levantar tal questionamento. Engolimos a seco as falas de nossos governantes populistas, eleitoreiros e messiânicos. E pronto.
Onde está nosso Senador Buarque que não levanta questionamento com a melhoria da formação intelectual e moral de nossos colégios pela instrução, como sempre fez?
Aliás, o último bastião no cenário político, que pelo seu partido PDT, se dobrou ao apoio à Dilma. Talvez agora curvar-se-á a este tipo de política chinfrim na camuflagem do problema em si. Nosso lutador, pela instrução melhorada no Brasil, apoiando a estes desmandos populistas.
Que adianta forrar os bolsos dos policiais se o que lhes falta é “Educação Moral e Cívica”?
AH! Que peninha! Por ter sido iniciativa da “Revolução” cortaram as lindas matérias OSPB (Organização Social e Política do Brasil) e EMC (Educacão Moral e Cívica).
Não estou a afirmar que deva ser só “intelectualizar” nosso soldado. Alías, um “intelectual” juiz (com letra minuscula) mata um vigia que o impedia de entrar no supermercado que já sencontrava fechado. Que adiantou “saber” muito com “moral” de menos?
O equilíbrio, eis a meta a se perseguir. Muito menos só $ no bolso.
Nosso cidadão vai em breve, se já não o é, equiparar-se ao americano que ainda acha que Buenos Aires é capital do Brasil. Querem suprimir a aula de religiosidade, não falo aula de Religião, o último laço (sem conotação de credo) a transmitir-se às crianças, nossos futuros policiais, um sentido moral mais elevado, já que as famílias estão se depauperando com as aulas televisivas dos BBB’s da vida.
Acorda Brasil. Acorda imprensa especializada (4º poder). Acorda Senador Buarque (ainda estamos esperançosos na sua luta, muitas vezes inglória). Acordemos nós deste depauperismo moral.
Paulo
No dia: 08/03/10

João César das Neves
O prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard, publicou em 2001 o seu polêmico livro “Mental Obesity”, que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.
Nessa obra introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física decorrente de uma alimentação desregrada. É hora de refletir sobre os nossos abusos no campo da informação e do conhecimento, que parecem estar dando origem a problemas tão ou mais sérios do que a barriga proeminente. “
Segundo o autor, “a nossa sociedade está mais sobrecarregada de preconceitos do que de proteínas; e mais intoxicada de lugares-comuns do que de hidratos de carbono.
As pessoas se viciaram em estereótipos, em juízos apressados, em ensinamentos tacanhos e em condenações precipitadas.
Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada. “
“Os ‘cozinheiros’ desta magna “fast food” intelectual são os jornalistas, os articulistas, os editorialistas, os romancistas, os falsos filósofos, os autores de telenovelas e mais uma infinidade de outros chamados ‘profissionais da informação’”.
“Os telejornais e telenovelas estão se transformando nos hamburgers do espírito. As revistas de variedades e os livros de venda fácil são os “donuts” da imaginação. Os filmes se transformaram na pizza da sensatez.”
“O problema central está na família e na escola. “
“Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se abusarem dos doces e chocolates. Não se entende, então, como aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, por videojogos que se aperfeiçoam em estimular a violência e por telenovelas que exploram, desmesuradamente, a sexualidade, estimulando, cada vez com maior ênfase, a desagregação familiar, o homossexualismo, a permissividade e, não raro, a promiscuidade.
Com uma ‘alimentação intelectual’ tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é possível supor que esses jovens jamais conseguirão viver uma vida saudável e regular”.
Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado “Os abutres”, afirma:
“O jornalista alimenta-se, hoje, quase que exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, e de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.”
O texto descreve como os “jornalistas e comunicadores em geral se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante”.
“Só a parte morta e apodrecida ou distorcida da realidade é que chega aos jornais.”
“O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para quê ela serve.
Todos acham mais cômodo acreditar que Saddam é o mau e Mandella é o bom, mas ninguém se preocupa em questionar o que lhes é empurrado goela abaixo como “informação”.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um “cateto.”
Prossegue o autor:
“Não admira que, no meio da prosperidade e da abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência.
A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se e o folclore virou “mico”. A arte é fútil, paradoxal ou doentia.
Floresce, entretanto, a pornografia, o cabotinismo (aquele que se elogia), a imitação, a sensaboria (sem sabor) e o egoísmo.
Não se trata nem de uma era em decadência, nem de uma ‘idade das trevas’ e nem do fim da civilização, como tantos apregoam. “
“Trata- se, na realidade, de uma questão de obesidade que vem sendo induzida, sutilmente, no espírito e na mente humana. O homem moderno está adiposo no raciocínio, nos gostos e nos sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa sobretudo de dieta mental.”
Fonte: Diário de Noticias em 22/03/2004 (Portugal)
No dia: 01/03/10

O tempo Urge, gente, estamos a cada dia mais perto de uma catastrofe no nosso sistema de governo.
Leiam este artigo gente, e se mobilizem no sentido de espalhar aos maximo o antidoto para essa possibilidade.
Como? Facil! Encaminhando ao maximo de pessoas todas as informações que visem descaracterizar o falso governo que aí está alienando a população com suas cestas e bolsas disto e daquilo, para alijar se dos possiveis obstaculos, que são as pessoas que não aceitam essa gradativa inversão de valores. Onde os esquerdistas se incorporaram aos meios democraticos fazendo de cordeiros que nada mais são do que lobos devoradores. Espero que os srs sejam patriotas o suficiente para lerem todo o conteudo deste email. É uma questão de preservar o que temos de melhor além de nossas vidas. NOSSA LIBERDADE.
A matéria, embora longa, merece ser lida pela brilhante e realista análise apresentada, e que, queiramos ou não, está transformando a sociedade brasileira.
Querermos e deixarmos que assim seja, ou não, é assunto para reflexão na intimidade de cada um …
VILSON
A tomada do poder : Gramsci e a comunização do Brasil ( Gramsci foi um comunista do seculo 19, e suas ideias estão na cabeça do Lula, leiam a materia, por favor! Não se omitam….
Anatoli Oliynik
Em lugar algum no mundo o pensamento de Gramsci foi tão disciplinadamente aplicado como está sendo no Brasil, agora pelo PT, cuja nomenklatura governamental segue com rigor as orientações emanadas dos intelectualóides uspianos que dirigem o Foro de São Paulo e que têm como cartilha os Cadernos do Cárcere, de Gramsci.
Quem não está familiarizado com as ideologias políticas, por certo estará perguntando: Quem foi Gramsci e qual sua relação com o comunismo brasileiro? Antonio Gramsci (1891-1937), pensador e político foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano em 1921, e o primeiro teórico marxista a defender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos, capitaneados por Vladimir Illitch Ulianov Lênin (1870-1924) e seguido por Iossif Vissirianovitch Djugatchvili Stalin (1879-1953).
Durante sua prisão na Itália em 1926, que se prolongou até 1935, escreveu inúmeros textos sobre o comunismo os quais começaram a ser publicados por partes na década de 30, e integralmente em 1975, sob o título Cadernos do Cárcere. Esta publicação, difundida em vários continentes, passou a ser o catecismo das esquerdas, que viram nela uma forma muito mais potente de realizar o velho sonho de implantar o totalitarismo, sem que fosse necessário o derramamento de sangue, como ocorreu na Rússia, na China, em Cuba, no Leste Europeu, na Coréia do Norte, no Camboja e no Vietnã do Norte, países que se tornaram vítimas da loucura coletiva detonada por ideólogos mentecaptos.
Gramsci professava que a implantação do comunismo não deve se dar pela força, como aconteceu a Rússia, mas de forma pacífica e sorrateira, infiltrando, lenta e gradualmente, a idéia revolucionária.
A estratégia é utilizar-se de diplomas legais e de ações políticas que sejam docilmente aceitas pelo povo, entorpecendo consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos que, a priori, representam a grande maioria da população, de modo que, entorpecidos pelo melífluo discurso gramsciano, as consciências já não possam mais perceber o engodo em que estão sendo envolvidas.
A originalidade da tese de Gramsci reside na substituição da noção de “ditadura do proletariado” por “hegemonia do proletariado” e “ocupação de espaços”, cuja classe, por sua vez, deveria ser, ao mesmo tempo, dirigente e dominante.
Defendia que toda tomada de poder só pode ser feita com alianças e que o trabalho da classe revolucionária deve ser primeiramente, político e intelectual.A doutora Marli Nogueira, juíza do trabalho em Brasília, e estudiosa do assunto, nos dá a seguinte explicação sobre a “hegemonia”: “A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela ´análise da situação´, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder, já não haja qualquer resistência. Isto deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo ´intelectual coletivo´ (o partido), que as dissemina pelos ´intelectuais orgânicos´ (ou formadores de opinião), sendo estes constituídos de intelectualóides de toda sorte, como professores – principalmente universitários (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides) e o mercado editorial (autores de igual espécie), os quais, então, se encarregam de distribuí-las pela população”.
Quanto à “ocupação de espaços”, pode ser claramente vislumbrada pela nomeação de mais de 20 mil cargos de confiança pelo PT em todo o território brasileiro, cujos detentores desses cargos, militantes congênitos, têm a missão de fazer a acontecer a “hegemonia”.
Retornando a Gramsci e segundo ele, os principais objetivos de luta pela mudança são conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social, artistas, sindicatos etc.), uma vez que, os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis.
O proletariado precisa transformar-se em força cultural e política, dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário.
Isso o povo brasileiro não está percebendo, pois suas mentes já foram entorpecidas pelo governo revolucionário que está no poder.
Desta forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido.
Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica. É exatamente isto que está acontecendo no presente momento aqui no Brasil: A preparação ideológica. E está em fase muito adiantada, diga-se de passagem.
Segundo a doutora Marli Nogueira: “Uma vez superada a opinião que essa mesma sociedade tinha a respeito de várias questões, atinge-se o que Gramsci denominava ´superação do senso-comum´, que outra coisa não é senão a hegemonia de pensamento. Cada um de nós passa, assim, a ser um ventríloquo a repetir, impensadamente, as opiniões que já vêm prontas do forno ideológico comunista. E quando chegar a hora de dizer ´agora estamos prontos para ter realmente uma ´democracia´ (que, na verdade, nada mais é do que a ditadura do partido), aceitaremos também qualquer medida que nos leve a esse rumo, seja ela a demolição de instituições, seja ela a abolição da propriedade privada, seja ela o fim mesmo da democracia como sempre a entendemos até então, acreditando que será muito normal que essa ´volta à democracia´ se faça por decretos, leis ou reformas constitucionais”.
Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da “sociedade civil” e, só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia “revolução do espírito”, toda e qualquer vitória comunista seria efêmera.
Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como “um complexo sistema de relações ideais e culturais” onde a batalha deveria ser travada no plano das idéias religiosas, filosóficas, científicas, artísticas etc. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletariados de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mão Tse Tung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação social, buscando, por meio de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudar a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores da ideologia comunista.
Fidel Castro, com certeza, foi o último dinossauro a adotar os métodos de Lênin. Poder-se-á dizer que Fidel é o último dos moicanos às avessas considerando que seus discípulos Lula, Morales, Kirchner, Vasquez e Zapatero, estão aplicando, com sucesso, as teses do Caderno do Cárcere, de Antônio Gramsci.
Chávez, o troglodita venezuelano, optou pelo poder força bruta e fraudes eleitorais. No Brasil, por via das dúvidas, mantêm-se ativo e de prontidão o MST e a Via Campesina, como salvaguarda, caso tenham que optar pela revolução cruenta que é a estratégia leninista.
Todos os valores que a civilização ocidental construiu ao longo de milênios vêm sendo sistematicamente derrubados, sob o olhar complacente de todos os brasileiros, os quais, por uma inocência pueril, seja pelo resultado de uma proposital fraqueza do ensino, seja por uma ignorância dos reais intentos das esquerdas, nem mesmo se dão conta de que é a sobrevivência da própria sociedade que está sendo destruída.Perdidos esses valores, não sobra sequer espaço para a indignação que, em outros tempos, brotaria instantaneamente do simples fato de se tomar conhecimento dos últimos acontecimentos envolvendo escancaradas corrupções em todos os níveis do Estado.
O entorpecimento da razão humana, com o conseqüente distanciamento entre governantes e governados, já atingiu um ponto tal que, se não impossibilitou, pelo menos tornou extremamente difícil qualquer tipo de reação por parte do povo.Estando os órgãos responsáveis pela sua defesa – imprensa, associações civis, empresariado, clero, entre outros – totalmente dominados pelo sistema de governo gramsciano que há anos comanda o País, o resultado não poderia ser outro: a absoluta indefensabilidade do povo brasileiro.
A este, alternativa não resta senão a de assistir, inerme e inerte, aos abusos e desmandos daqueles que, por dever de ofício, deveriam protegê-lo em todos os sentidos.
A verdade é que os velhos métodos para implantação do socialismo-comunismo foram definitivamente sepultados. Um novo paradigma está sendo adotado, cuja força avassaladora está sendo menosprezada, e o que é pior, nem percebido pelo povo brasileiro.
O Brasil está sendo transformado, pelas esquerdas, num laboratório político do pensamento de Gramsci sob a batuta de Lula, o aluno aplicado, e a tutela do Foro de São Paulo.
Anatoli Oliynik é administrador e consultor de empresas.
No dia: 25/02/10

“A farda não abafa, no peito do soldado, o cidadão”.
Marechal Osório,
Senador do Império e Patrono da Arma de Cavalaria.
O General-de-Exército Maynard Marques de SANTA ROSA foi punido com exoneração do cargo de Chefe do Departamento-Geral do Pessoal do Comando do Exército, por haver criticado o Programa Nacional dos Direitos Humanos, aprovado por decreto do Presidente da República — que, segundo suas próprias declarações, assinou sem ler.
O momento merece reflexões. A maioria dos militares da ativa se cala, aceitando pacificamente as teses enfaticamente divulgadas pela propaganda oficial de que “o poder militar deve estar subordinado ao poder civil” e que o militar não pode se pronunciar em assuntos políticos.
O art. 5º da Constituição Federal declara que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes”:
…
“IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”;
…
“VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”;
…
“IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.
Não há ressalvas aos incisos apresentados e, portanto, o General não poderia ser punido por haver declarado, por exemplo, que a Comissão da Verdade corria o risco de torna-se uma “Comissão da Calúnia” porque é constituída pelos “mesmos fanáticos que, no passado recente, adotaram o terrorismo, o seqüestro de inocentes e o assalto a bancos como meio de combate ao regime, para alcançar o poder”.
Não basta concordar com o General. É preciso discutir os motivos de sua punição e questionar se os militares não têm os mesmos direitos dos demais cidadãos e, nesse caso, passam a ser “cidadãos de segunda classe”, o que seria uma aberração. Isso fere os preceitos constitucionais e alguns dos Princípios Básicos da MAÇONARIA, por nós grifados no próprio caput do citado artigo: liberdade e igualdade.
Outra aberração é a “subordinação dos militares aos civis”, da forma como está sendo interpretada. Os militares devem ser subordinados às leis e aos poderes constituídos, como qualquer outro cidadão. E assim estão. E assim aceitam. Não “subordinados aos civis”, pressupondo que os militares não devem ser instituídos como autoridade pública, em cargos de natureza política.
Nossas homenagens públicas ao General SANTA ROSA e a todos os militares que não aceitam a condição de “cidadãos de segunda classe”.
Lucas Francisco Galdeano
Grão-Mestre Adjunto do Grande Oriente do Distrito Federal
No dia: 20/02/10

Autor: Antonio Barreto,
Cordelista natural de Santa Bárbara-BA,
residente em Salvador.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bial
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
“professor”, Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não dêem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal…
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal…
FIM
Salvador, 16 de janeiro de 2010.
*****
No dia: 02/02/10
Retorna ao nosso convívio literário nosso irmão e amigo Pedro Roberto Sampaio que nos dá a honrosa contribuição com seus artigos comumente publicados no Jornal Diário do Nordeste de Fortaleza – CE. Boas “re-vindas”!

*Roberto Sampaio
Opinião – Idéias – Diário do Nordeste – 01.02.2010
Dor terrível acometeu-me de surpresa. Corri ao médico que solicitou exames imediatos. Após submeter-me a uma tomografia, que identificou um cálculo situado na porção distal do ureter, fui encaminhado à urgência do internamento para uma cirurgia de remoção. Meu plano de saúde não contemplou o uso do laser, recomendado pelo cirurgião para que o procedimento fosse menos traumático. Tamanha era a dor, e para não piorar meu estado debilitado, aceitei de pronto o desembolso do representativo valor, extrapolando, assim, meu sacrificado orçamento.
No mesmo dia, início da noite, internei-me e parti para a sala de cirurgia. Fui recebido pelo anestesista que me fez as perguntas rotineiras do pré-operatório e já na maca, dentro da sala de cirurgia, ao tempo em que conversava frivolidades com um colega e aguardava o cirurgião que estava a caminho, preparava-me para a sedação e o bloqueio.
Adormeci.
Três horas mais tarde retornei a consciência na sala de recuperação, incentivado por três rostos desconhecidos que me animavam e logo sumiram. Por sorte cobriram-me com um cobertor, protegendo-me do frio daquela sala deveras gelada.
Na seqüência, conduziram-me ao apartamento hospitalar onde deveria pernoitar. Adormeci novamente, agora assistido por minha esposa.
No outro dia surpreendi-me ao ver dois hematomas nas extremidades do lábio inferior, com pequenos ferimentos do lado interno, depois transformados em severas aftas que me incomodaram por cinco intermináveis dias. Indaguei do médico qual a causa, o mesmo me respondeu ter sido, provavelmente, a colocação de uma chupeta (cânula de Guedel), acessório de prevenção em caso emergencial de anestesia geral.
Se o leitor já não passou por essa experiência, certamente já teve notícias de amigo ou parente que a tenha vivenciado. Meu intuito, com esta matéria, é alertar. Esse tipo de vacilo não deveria ocorrer em qualquer hospital, quanto mais nos que oferecem mais conforto. É mister haver treinamento contínuo com os profissionais da saúde, e, principalmente, lições de humanidade.
* Administrador de empresas
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=729495
*****
No dia: 01/02/10

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo”.
O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas. ‘ Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um “A”…
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”.
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça é que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. “Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.”
“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”
Adrian Rogers, 1931
*****
No dia: 26/01/10

No Programa Nacional de Direitos Humanos ora em destaque em toda mídia em razão dos contraditórios, podemos dar uma paradinha para elaborar reflexões.
Senão vejamos:
É bom que nós identifiquemos as partes envolvidas e as razões alegadas por cada uma:
Ruralistas, representados pelo Ministro Stephanes da Agricultura e pelo sindicato da categoria que encontram no novo projeto de lei a facilitação e aumento da insegurança jurídica no campo, fortificando determinadas organizações, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Militares, pela voz do Ministro Jobim, forçado ou não pelos seus comandados ou simplesmente por anseios políticos (possível candidato a vice na chapa de Serra)
não negam e nem são contra que torturadores sejam cobrados por seus atos mas, e tem um “mas” rotundo, que aqueles da esquerda armada, que que mataram, cercearam, roubaram e seqüestraram, também sentem no banco dos réus.
Vejamos que os militares são os primeiros a aceitarem que sejam feitos os ajustes necessários àqueles que mataram ou maltrataram presos políticos, apesar da Lei de anistia irrestrita e geral promulgada a anos atrás.
Não houve, por parte dos ruralistas um mea culpa. Sabe-se que o poderio econômico-interesseiro desaloja pequenos produtores, quer sejam por imposição da força bruta de pistolagem quer seja “adquirindo” pequena propriedades ou expulsando famílias humildes. Tudo em nome do “santo “agro-negócio”.
Não podemos, e nem poderíamos, esquecer os direitos humanos das vítimas e suas famílias feridas e achacotadas pela “justiça” com suas leis e ONG’s que dão primazia aos assassinos, abrindo as cadeias para a liberdade de seus protegidos. Ninguém levantando-se para aqueles, vítimas tanto da violência civil quanto das esquerdas anti-revolucionárias.
No entanto, causa espanto o posicionamento do ministro da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannuci que nos permite alocublar sobre os reais motivos de sua decisão em buscar a demissão caso o Programa seja alterado. Note-se que não se trata de uma alteração qualquer mas, a que colocaria no banco da justiça os abusos da esquerda-armada dos anos 60.
Só nos resta conhecer as emoções dos próximos capítulos. Que o povo brasileiro não se deixe envolver por falácias.
Paulo (Fortaleza-Ceará)
No dia: 08/01/10

Eu escrevi o artigo anterior para a minha lista de amigos e muitos, por sua vez, achando o alerta interessante, retransmitiram para várias outras pessoas.
Aí, algumas pessoas me retornaram, dizendo:
- “Eu não estou tendo esse tipo de problema, porque mando os emails e as pessoas recebem”.
É isto que eu preciso explicar melhor:
Existem milhares de provedores pelo mundo, (talvez já chegue à casa dos milhões), mas nem todos eles possuem aquilo que chamam de “filtros de e-mails e IPs bloqueados”, que são recursos de softwares (programas de computador) para barrar as mensagens que são enviadas pelos que estão com os nomes nas tais listas negras.
Por causa disto, algumas pessoas, que estão com os nomes marcados, recebem respostas de ALGUNS, e acham que não estão tendo problema nenhum.
Isto quer dizer o seguinte: Vamos que você tenha uma lista de 300 amigos, para o quais manda e-mails regularmente. Ao enviar as mensagens, vamos que você receba respostas de umas quarenta ou cinqüenta pessoas.
Primeiro que você nem faz as contas, pra saber quantas pessoas, de fato, lhe respondem. Acha que todo mundo responde.
Mas, mesmo que perceba que nem todos respondem, o que é que você vai achar?
Que não tem problema nenhum, que somente aquelas se dispuseram a responder e que as outras não quiseram, não tiveram tempo de lhe responder ou não leram, ainda, o que você escreveu.
Ninguém costuma cobrar, de todos os membros da sua lista, o porquê deles não terem respondido o e-mail que lhe foi enviado.
E por isto, ninguém se dá conta do que acontece.
O que aconteceu, neste caso?
As pessoas que receberam, por acaso, são pessoas que estão ligadas a provedores que não têm os tais filtros bloqueadores.
Veja agora como a ação política é feita
Vamos supor que você costuma mandar e-mails, criticando anormalidades, abusos e safadezas cometidas pela prefeitura da sua cidade ou por algum político.
É claro que eles, os safados, vão receber também o seu e-mail, porque alguém fará chegar até os seus emails.
Muito sutilmente eles mandarão um fiscal, com muito jeitinho, para ter uma conversinha com o dono do provedor, levando o seu e-mail para que ele bloqueie ou pedindo para que ele identifique e bloqueie logo o seu IP. (é fácil identificar o IP de uma pessoa, através dos e-mails que ela manda).
O provedor, certamente, não vai deixar de atender um pedido daquele porque poderá ser alvo de perseguição, pelas fiscalizações rigorosas e tudo aquilo que a fiscalização é capaz de fazer, quando não vai com a cara de alguém.
Entendeu, agora, como se processa a safadeza?
Agora visualize esta mesma coisa em nível estadual e em nível federal.
Basta um deputado influente, safado, ligar para um secretário de estado, ou secretário municipal, e a ação acontece, na hora.
O que fazer, então?
Já que você sabe como a coisa acontece, sugiro que comece a tomar as providências para ver como está o seu IP, que é o mais importante.
Existe um site que você entra e que, na hora, mostra o seu IP:
www.meuip.com.br ou http://meuip.datahouse.com.br . Pode acioná-los, sem medo.
Pronto. Vai aparecer o seu IP na sua frente, na tela do seu computador. Anote o número, então.
Depois entre em outro site, que é um dos que podem mostrar quais são os IPs constantes da tal lista negra, internacional.
http://blackholes.cari.net/database-query.html
Coloque o seu IP lá, no espaço que você vai ver, logo de cara, e acione QUERY, que aparecerá a mensagem, dando conta da situação do seu IP.
Se aparecer: “congratulations”, não tem problema nenhum, mas pode aparecer uma mensagem dizendo que o seu IP consta lá.
Mas tem outras orientações que eu não dei no email anterior, que vou dar agora:
Caso o seu IP apareça na lista, você poderá tentar trocá-lo, pelo seu próprio computador e, de repente, o novo IP estará livre. Para isto, deverá fazer o seguinte:
Vá no botão INICIAR, do seu windows, e acione a opção EXECUTAR.
Ali em EXECUTAR você vai escrever: CMD.
Vai aparecer uma tela preta, onde você escreverá o seguinte:
>ipconfig /release
>ipconfig /all
>ipconfig /renew
Pronto. Teoricamente ele deverá lhe dar um novo IP.
Daí é só ir novamente lá, no programa para ver o IP, e repetir o procedimento que ensinei antes.
Mas ainda tem detalhes mais chatos:
É possível que o nível de
perversidade praticada contra você seja de uma forma mais rigorosa, que os bandidos programam para ficarem de olho em toda tentativa de troca de e-mail que você possa fazer e, imediatamente, automaticamente, colocam na lista o novo IP que substituiu o seu anterior. Foi o que aconteceu comigo.
Aí a sua providência tem que ser a seguinte:
Mande, pelo correio, uma carta com AVISO DE RECEBIMENTO para o seu provedor, exigindo que ele resolva o problema imediatamente, e ameace entrar na justiça contra ele.
Não aceite nenhuma espécie de argumentação do tipo “Nós não podemos fazer nada”, “você vai ter que pagar para evitar este problema”, “a culpa é do seu antivírus”… enfim, não vá nessa conversa, embora você tenha a obrigação de ter sempre um bom antivírus funcionando em sua máquina.
Se ele não atender, entre com ação no Juizado de Pequenas Causas e exija, inclusive, indenização. A cópia do aviso de recebimento da carta, enviada pelo correio, anexada ao processo, é uma prova de que você tentou resolver o problema, através do provedor e eles não atenderam.
Se todos fizerem assim, a pressão se torna grande, em nível nacional, e a tendência é essa safadeza acabar, porque os safados perceberão que todo mundo já está sabendo, todo mundo já está de olho e esse tipo de ação canalha não cola mais.
Vamos agir, Brasil!!!!!! FELIZ ANO NOVO.
Alamar Régis Carvalho
Analista de Sistemas, Escritor, ator, profissional de televisão.
Criador da idéia do Partido Vergonha na Cara
- www.partidovergonhanacara.com
- alamar@redevisao.net
- www.alamar.biz
- www.redevisao.net
- www.site707.com
*****
No dia: 03/01/10

O bloqueio do seu IP
Prezado José Paulo:
Falei sobre este assunto, no artigo anterior, mas acho importante voltar a informar sobre o fato, devido a sua gravidade, insensatez, estupidez e o abuso que muitos fazem das pessoas, se aproveitando da desinformação do povo, acerca dos assuntos de tecnologia.
Qualquer tipo de censura é repugnante, é nojenta, é vergonhosa, é covarde e deve ser combatida por todas as pessoas, principalmente as destemidas e que não têm rabo preso.
Há uma situação que muitos conhecem: Governantes e lideranças inescrupulosas e descomprometidas com a honestidade, adoram manter o seu povo e os seus liderados na ignorância, para mantê-los sob as suas rédeas e as suas conveniências.
Povo bem informado não se deixa levar pelas malandragens e demagogias da política.
A censura é um instrumento ridículo, utilizado para calar aqueles que não são bobos e nem idiotas, que tem visões profundas e, portanto, não se deixam manipular por ninguém e se dispõem a alertar e esclarecer o maior número possível de pessoas, a fim de que elas fiquem prevenidas contra as ações dos safados e pilantras.
Existe, em Brasília, um movimento político muito forte querendo controlar a imprensa, voltando a estabelecer um regime de censura bem mais rigoroso do que aquele que já vivemos em épocas passadas. O que estão fazendo com o tradicional e respeitável jornal “O Estado de São Paulo” é uma demonstração disto, que só não teve, ainda, uma ação mais dura em nosso País, graças à recusa do presidente Lula de participar disto, haja vista a sua disposição de reafirmar ser defensor da Liberdade absoluta da imprensa. Eu fico em dúvida, sinceramente, sobre esta posição do Lula, já que ele morre de amores pelo Hugo Chaves, um dos mais arbitrários ditadores da atualidade, que fez o que fez com a imprensa do seu país.
Com certeza, trata-se de um movimento constituído por grandes corruptos, safados, canalhas e pilantrasenvolvidos com os grandes esquemas de corrupção, que estão se sentindo incomodados com o rigor como a imprensa está tratando, incansavelmente, todas as denúncias que estão sendo feitas, mostrando repetidamente as imagens captadas pelas câmeras escondidas, que fazem o público ver as safadezas explícitas.
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Toda iniciativa de censura no Brasil, com certeza absoluta tem, por trás, um grupo de corruptos, gente extremamente suja, safada e sem vergonha, que não quer que os seus roubos e sujeiras sejam denunciadas e muito menos expostas ao público
|
A internet, também, está sendo visada pelos bandidos da corrupção, porque já está provada a potência de comunicação que ela é, principalmente depois da contribuição extraordinária que ela deu para a eleição do Barack Obama, como presidente dos Estados Unidos.
Com certeza ela vai ter uma influência muito grande na próxima eleição, em nosso país, e muitos safados, sabendo que ela é livre, temem muito pelo que pode acontecer. Muita coisa virá a tona, muita safadeza será mostrada, é claro que muito boato também, e muita máscara será derrubada.
Por isto todos temos que fazer a nossa parte para coibir qualquer tipo de ação que possa cercear o direito de expressão livre, por este meio tecnológico.
Peço a atenção de todos para isto que vou orientar aqui:
Como se processa essa censura na internet?
Quando você entra no mundo da internet, inevitavelmente você tem que se vincular a um provedor de internet, que é aquela empresa que você contrata na sua cidade e paga uma mensalidade, podendo ser até “de graça” em alguns casos. Mas a grande realidade é que você está sempre ligado a esse tal provedor, é ele quem controla tudo o que você faz, em condições de lhe retirar do ar, caso você não pague ou caso você faça alguma coisa contrária ao que é estabelecido em algum contrato.
Existem duas coisas que lhe identificam, para o mundo internet: o seu e-mail e o IP da sua máquina.
Por exemplo: É possível que na sua casa, além de você, residam duas, três, quatro, dez ou até mais pessoas que tenham acesso à internet, contratada por alguém da casa. Cada pessoa desta pode ter um e-mail particular, mas, a internet, que todos acessam, tem apenas um endereço de IP, que se resume em um número que tem um formato mais ou menos assim: “126.322.69.96”.
Pronto. Esta é a identificação da INTERNET da sua casa, que pode ter um equipamentozinho chamado roteador, que interliga um ou mais de um computador dentro de casa ou até dentro de uma empresa.
O grande detalhe é o seguinte: Os provedores podem bloquear A PESSOA, através do seu e-mail.
Isto quer dizer que, se na sua casa tiver, por exemplo, 3 pessoas, é possível que apenas uma delas, dona de um determinado e-mail, esteja bloqueada, mas as outras duas estarão livres.
Implica no seguinte: O e-mail dessa pessoa é colocado numa tal lista negra, internacional, que é uma espécie de SPC/SERASA, e ela fica queimada em relação a toda internet, o que quer dizer que as mensagens que ela manda, quando passam por inúmeros provedores, são bloqueados, através de um tal filtro, e colocadas numa espécie de lixo, não chegando, portanto, aos seus destinatários.
Este é, então, o bloqueio pelo e-mail, que atinge a pessoa sua dona. Mas existe, também, o bloqueio pelo IP que, neste caso, vai bloquear todas as pessoas que utilizam a internet daquela casa, ou daquela empresa, porque tudo o que sai dali, conduz o IP que será o identificador.
O efeito é o mesmo. Existe a lista negra de e-mails e existe, também, a lista negra de IPs.
Mas, por que isto foi criado?
Esta tecnologia foi criada com objetivos nobres, para evitar a ação dos chamados “bandidos virtuais”, que são aquelas pessoas perversas e covardes que enviam vírus e trafegam os inconvenientes SPAMs, que é o nome que se dá àquelas mensagens chatas e indesejadas que chegam aos nossos e-mails, entupindo inclusive as nossas caixas postais, sem que queiramos recebê-las, obviamente.
Pois bem.
Só que isto está sendo utilizado por forças políticas e interesses outros, com objetivos de bloquearem pessoas, sobretudo aquelas que costumam escrever artigos e crônicas com críticas às safadezas que acontecem em nosso país, no estado ou no município.
Quando a ação é feita, ou seja, quando alguém resolve bloquear o seu e-mail ou o seu IP, ninguém lhe comunica nada, você não fica sabendo de nada e a grande maioria das pessoas nem tem idéia que isto é possível e que acontece.
Alamar Régis Carvalho
Analista de Sistemas, Escritor, ator, profissional de televisão.
Criador da idéia do Partido Vergonha na Cara -
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- www.site707.com
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No dia: 30/12/09