A paz pela paz não pode ser compreendida pelo indivíduo, coletividade ou nação que teem em sua cultura a violência e o belicismo.
Assistimos um passo importantíssimo em rumo a modificar tal atitude quando um governante de país terceiro-mundista toma a dianteira em relação ao acordo nuclear do Irã.
Os amigos, leitores fiéis deste espaço, sabem que não tenho aceitado alguns atos do governo Lula mas, cá para nós, o moço fez um gol de placa. Tomou uma decisão arriscadíssima tanto em tempos de eleições internas quanto do país ser candidato a vaga permanente nas Nações Unidas (ONU).
As poderosas nações, as belicistas, diga-se: produtoras das armas de guerra, detentoras de voto sem veto às sansões esdrúxulas por não terem sido antes esgotadas todas as alternativas civilizadas, elas se sentem diminuídas, verdadeiros leões acuados pelo rugir de um ratinho sem importância.
Não é possível deixar passar em branco qualquer atitude de quem quer que seja em busca da paz entre os homens.
Que homens de boa vontade surjam às turras. Eis do necessitamos.
Paulo