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UM EXPERIMENTO SOCIALISTA

no comment Posted by Paulo

bolsas

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava:  ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo”.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas. ‘ Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um “A”…

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”.

As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça é que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi  baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi o resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. “Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.”

“É  impossível levar o pobre à prosperidade através  de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.  O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.  Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e  quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”
Adrian Rogers, 1931


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janeiro 26th, 2010

ORAÇÃO DE ABERTURA NO SENADO DE KANSAS – USA

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congresso-nacional

Oração de abertura no Senado de Kansas – USA

Talvez queiras ler esta oração que foi feita em Kansas na sessão de inauguração da ‘Kansas House of Representatives.’

Quando se pediu ao reverendo Joe Wright que fizesse a oração de abertura no Senado de Kansas, todos esperavam  uma oração ordinária, mas isto foi o que todo escutaram:

“Senhor, viemos diante de Ti neste dia, para Te pedir

perdão e para pedir a tua direção.

Sabemos que a tua Palavra disse: ‘Maldição àqueles

que  chamam “bem” ao que está “mal“, e é exatamente

o que temos feito.

Temos perdido o equilíbrio espiritual e temos mudado

os nossos valores.

Temos explorado o pobre e temos chamado a isso “sorte”.

Temos recompensado a preguiça e chamamo-la de “Ajuda Social”.

Temos matado os nossos filhos que ainda não nasceram

e temo-lo chamado “a livre escolha”.

Temos abatido os nossos condenados e chamamo-lo de “justiça”.

Temos sido negligentes ao disciplinar os nossos filhos

e chamamo-lo “desenvolver a sua auto-estima”.

Temos abusado do poder e temos chamado a isso:

“Política”.

Temos cobiçado os bens do nosso vizinho e a isso temo-lo

chamado “ter ambição”.

Temos contaminado as ondas de rádio e televisão com  muita

grosseria e pornografia e temo-lo chamado

“liberdade de expressão”.

Temos ridicularizado os valores establecidos desde há muito tempo

pelos nossos ancestrais e a isto temo-lo chamado de

“obsoleto e passado”.

Oh Deus!, olha no profundo dos nossos corações;

purifíca-nos e livra-nos dos nossos  pecados.

Amen.

A reacção foi imediata.

Um Parlamentar abandonou a sala durante a oração. Três outros criticaram a oração do Padre classificando a oração como “uma mensagem de intolerância”.

Durante as seis semanas seguintes, a Igreja  ’Central Catholic Church‘ onde trabalha o sacerdote Wright recebeu mais de 5.000 chamadas telefônicas, das quais só 47 foram desfavoráveis..

Em nosso congresso brasileiro, às aberturas, se diz que se iniciem os trabalhos da sessão sob a proteção divina. Usam o nome do Senhor em vão, pois que o que decorre em seguida, na maioria das vezes, se nega todo desejo dantes proferido. Seria tão bom que de quando em quando proferissem a prece acima “só para lembrarem” das suas obrigações.

Com a ajuda de Deus, gostaríamos que esta oração se derramasse sobre a nossa nação, e que nascesse em nossos corações o desejo de chegar a ser uma  ”Nação debaixo do olhar de Deus”.

Se não temos o valor de nos mantermos firmes nas  nossas convicções, então caíremos diante de  qualquer outro argumento, ou inimigo.

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novembro 27th, 2009